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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Mateus 5:33-37 – Os juramentos

Mateus 5: “³³ Ouvistes também o que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor. ³⁴ Eu, porém vos digo: De maneira nenhuma jureis: nem pelo céu, por ser o trono de Deus; ³⁵ nem pela terra, por ser o estrado de seus pés; nem por Jerusalém, por ser a cidade do grande Rei. ³⁶ Não jures pela tua cabeça, pois não podes tornar um cabelo branco ou preto. ³⁷ Seja, porém, o vosso “Sim”, sim e o vosso “Não”, não; o que passar disto vem do maligno.”


Vejam que antes de Cristo, a ordem era para que não houvesse perjúrio, que é o juramento em falso.

Mas Cristo vai além disto. Ele diz que nossa palavra deve ser exatamente aquilo que dissermos. Tudo o mais, vem do maligno.

Há pessoas para que sua palavra tenha validade, começam a jurar. E dizem: “eu juro pela minha mãe!” ou “eu juro por Deus!”.

Mas nossas palavras devem ser ditas com prudência, pois não devemos fazer juramentos.

Se nossa palavra não está sendo dita de maneira que as outras pessoas possam acreditar, e confiar, devemos repensar o nosso proceder.

O juramento só é feito em caso de dúvidas sobre o que foi dito, então devemos procurar agir de forma que a nossa palavra tenha valor e confiança, pois tudo o que passa do nosso ‘sim’ ou do nosso ‘não’, vem do maligno.

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