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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Mateus 5:21-26 – O assassínio

Mateus 5: “²¹ Ouviste o que foi dito aos antigos: Não matarás, e quem matar estará sujeito a julgamento. ²²Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, encolerizar contra seu irmão, estará sujeito a julgamento, e qualquer que disser a seu irmão: Raca, estará sujeito ao inferno. ²³ Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, ²⁴ deixa diante do altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; depois vem, e apresenta a tua oferta. ²⁵ Reconcilia-te com teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te recolham à prisão. ²⁶Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último centavo.”

Talvez, esta seja uma das mais difíceis missões que Cristo nos deu. Ele manda que ao trazermos nossa oferta para dá-la a Deus, antes de dá-la lembrarmos que alguém tem algo contra nós, devemos primeiro ir reconciliar com nosso irmão.

Não está falando aqui, se nós tivermos algo contra o irmão, mas se ele tiver algo contra nós.

Na cultura atual, se alguém nos magoa, nos agride ou simplesmente não age de acordo com nossas expectativas, nós somos levados a ‘dar o troco’.

Se alguém nos humilha, ou nos magoa, os conselhos são para reagirmos imediatamente e ‘não deixar barato’. Engolir sapo? Jamais!

Mas o verdadeiro Cristão busca viver em paz com todos. Muito além de matar alguém, até nosso coração, nosso pensamento é visitado por Deus todo poderoso.

Vejam que o verso termina dizendo que não saírem dali enquanto não pagarmos o último centavo. Perceba que às vezes, este “centavo” não quer dizer dinheiro, mas por causa desta mágoa, deste problema, não dormimos bem, não temos a consciência tranqüila e acabamos por levar um peso acima do limite, e as vezes pagamos este “centavo” até mesmo com nossa saúde.

Vamos procurar fazer a vontade de Deus, e rogarmos para que ele nos ajude a sermos verdadeiros cristãos.

2 comentários:

Elem disse...

Essa parte é uma das mais díficeis. É a renúncia do eu, aquele EU que grita, que quer falar mais alto, que precisa ser maior que todos os outros. Só com muita oração e exercício, é que podemos ir conquistando esse dom. É saber abaixar a cabeça, a voz, mesmo quando sabemos que temos razão, mas por amor ao próximo, por compaixão, nós relevamos suas fraquezas.

Eldinha disse...

valeu pela participação Elem...